EIS A ESCOLA...
Esta semana ao abria Zero Hora, me deparo com a foto abaixo....
Confesso que esta foto me chocou muito, pois como todos sabemos a situação na Síria está muito difícil devido a guerra. Porém apesar de tudo nos deparamos com esta cena. Uma menina indo para escola.
Na minha última postagem, mencionei que o espaço escola estava com seu papel distorcido, pois como já falado por anos ela, se tornou local de enclausuramento. Mas esta foto apenas reacendeu em mim, o que foi falado em aula, precisamos da utopia: da esperança, crença, da profissionalidade do professor. Precisamos por estas crianças, SOFREDORAS acreditar e fazer tudo diferente.
Graças a Deus, uma guerra propriamente dita, não temos aqui no Brasil, porém a criminalidade, injustiça, violência verbal e doméstica, disputas por pontos de droga e corrupção acompanham nossas crianças a todo momento.
Precisamos DIAS MELHORES. Vivemos esperando por momentos de paz. Por nossos pequenos e futuros cidadãos, queremos fazer uma NOVA ESCOLA. Uma escola aberta ao convívio, a liberdade do ir e vir, a diversidade e o respeito ao todo. Uma escola onde se tenha tranquilidade e que o estudar seja prazeroso.
Quantas meninas sírias tenho em minha escola? Quantas meninas vítimas de abuso físico e verbal tenho em minha sala de aula? Crianças vítimas do medo, da insegurança, da dor de não ter ninguém por elas? Como ser indiferente a esta fotografia? Como educadora e apaixonada pela arte de educar, não tem como não me emocionar com isso. Nos olhares puros e sinceros de uma criança, percebemos a vontade da mudança. Precisamos nos questionar e agir, pois apesar da dificuldade, ''apesar de tudo, o caminho da escola ainda é o procurado''.
Eis o papel da escola.... Semear sonhos de dias melhores, e claro receber de braços abertos e com uma nova visão estes seres que buscam e querem uma nova forma de viver o futuro.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Escolarização sob Perspectiva Histórica...
Pensando no Espaço Escola
Após nossa última aula da disciplina de Escolarização, quantos questionamentos, indagações, reflexões, e principalmente vontade de fazer diferente.
Ao assistir o clipe acima e pensarmos juntamente no texto trabalhado em aula Maquinaria Escolar, quanta semelhança, ou quanta coincidência com os nossos dias, com as nossas escolas.
Após nossa última aula da disciplina de Escolarização, quantos questionamentos, indagações, reflexões, e principalmente vontade de fazer diferente.
Ao assistir o clipe acima e pensarmos juntamente no texto trabalhado em aula Maquinaria Escolar, quanta semelhança, ou quanta coincidência com os nossos dias, com as nossas escolas.
Certo autor, muito sábio em suas palavras nos afirma: ''A escola substituiu a aprendizagem.como meio de educação. Isso quer dizer que a criança deixou de ser misturada aos adultos e de aprender a vida diretamente, através do contato com eles. A criança foi separada dos adultos e mantidos a distância numa espécie de quarentena, antes de ser solta no mundo. Essa quarentena foi a escola, o colégio... Começou então o enclausuramento das crianças...que se estenderia até nossos dias, ao qual se dá o nome de escolarização.'' Não seria o local escola, muitas vezes um local de enclausuramento? Infelizmente, através do que presenciamos dentro de um contexto histórico social, a escola é vista como um lugar que ''FECHA PAREDES'' e ''FECHA IDÉIAS''. Será que o papel da escola não estaria distorcido?
Percebemos que a escola faz apenas a representação de um Sistema. ''Mãos invisíveis'', como que manipulam o professor , e este acaba não tendo a força suficiente para a transformação. Eis que neste momento me pergunto: ''De que forma criar novos modelos se somos frutos desta mesma maquinaria???''.
A escola desde os primórdios é ''tudo igual''. A escola serve para moldar, proteger, ''doutrinar'' quem sabe? Obedecer a autoridade é sua marca registrada.
Como sabemos, devido a influência da igreja, a escola serviu para isso ''doutrinar os menos favorecidos''. Enquanto os abastados e a burguesia tinham uma educação para possuir cargos importantes, os pobres eram doutrinados para obedecer e ser mão de obra barata.
Isso mudou? Infelizmente não! Embora a educação expandiu muito nos últimos anos, a classe popular tende a estudar em escolas públicas com seu ensino de segunda linha, como assim é visto. Por que ainda possui-se essa visão, se na grande maioria os professores da mesma escola privada são os da escola popular? Infelizmente, isso acontece pela ambiguidade deste local. Querendo ou não, o Sistema tem por finalidade, formar os seres da classe popular- inoperantes, fechados- reprodutores das mesmas idéias e atitudes.
Outra grande questão é que, não possuímos ESPECIALISTAS no campo educação. Avançamos no que se trata de sindicatos e tal, porém ouso aqui falar que em nossa categoria falta ética, força de vontade, ir todos como grupo em busca de um único objetivo. Somente assim conseguiremos fortalecer essa classe de profissionais tão desfavorecida profissionalmente.
Quanto mais penso e reflito, mais percebo que mudanças são necessárias... Mas algo me diz que estamos muito longe de uma ''melhoria notável''. Mas 'bora lá', pois como diz Renato Russo: ''Quem acredita sempre alcança''.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Memórias
Falando de Memórias.....
Nossa primeira aula foi muito cativante, pois vimos o quão importante são as nossas memórias. Os atos de lembrar e esquecer fazem parte da construção de nossas identidades, autonomia e assim por diante.
Ao pensar em minhas memórias quantas coisas para escrever. Ao lembrar de tudo que vivi, sofri e passei, lembro-me das alegrias e ensinamentos que tive, ou seja, o amadurecimento que obtive ao longo dos anos.
Isso nos faz perceber que nossa memória nunca é estável. O que vivemos no passado não conseguimos mudar, porém,poderá mudar nossa visão quanto ao futuro.
Para que nossas lembranças ocorram, fica evidente que as relações que construímos são essenciais. Em cada objeto, história, fotografia e pensamentos, evidencia-se nosso ciclo de convivência. Algumas de nossas memórias então, podem nos arremeter boas sensações e outras nem tão boas assim.
Talvez o grande aprendizado já desta primeira aula, é que percebendo o presente e o interrogando, conseguimos lembrar e compreender nosso passado.
Trazendo isso para nossa realidade escolar, e para compreender o processo histórico- social deste espaço ESCOLA, precisamos QUESTIONAR o que este lugar traz de bagagem de muitos anos e sua influência perante nós alunos e professores.
Com certeza a partir do momento que questionarmos nosso presente- nossa escola hoje, conseguiremos desvendar as memórias que ela traz consigo!!!
\
domingo, 6 de setembro de 2015
Os medos de Uma Infância....
''Toda manhã a menina metia-se no casaco de medos que usava desde pequenina e que foi crescendo com ela. E saía pelas ruas coberta de medos.
MEDO da solidão
MEDO que não a queiram.
MEDO que a queiram.
MEDO de voar.
MEDO de afogar-se.
MEDO de sentir-se perdida.
MEDO que tudo mude.
MEDO que tudo continue igual. Igual, igual, igual...
MEDO do futuro.
MEDO de repetir o passado.
MEDO de não avançar.
MEDO de dar um passo.
MEDO dos outros.
MEDO dela mesma.
O casaco ficou pesado demais e ela já não conseguia sair a lugar nenhum. Então encheu-se de coragem e resolveu livrar-se dele!
E voou... Para a lagarta pode ser o fim do mundo, para o resto do mundo pode ser uma linda borboleta....''
ELENA FERRÁNDIZ
AS CRIANÇAS E SEUS MEDOS
Quantas reflexões nestas poucas frases deste riquíssimo livro. O medo nos aprisiona, não nos permite sonhar, viver, mudar e transformar.
Chega a ser engraçado pensar que medos geralmente nos são impostos e transmitidos na infância. ''Pupa'' uma menina pequenina foi crescendo com seus medos. Muitas vezes, nós pais, educadores e professores com ótimas intenções super protegemos nossos pequenos, não os permitindo viver. Não os permitindo descobrir, por si só as surpresas da vida. Inculcamos neles medos, começando pelo famoso: ''se você não se comportar um monstro vai te pegar''. Por que fazemos isso? Por que sermos tão hostis com esta faixa etária tão aberta aos sonhos? Por que é tão difícil para nós adultos mostrar a realidade sem colocarmos medo? Será que esquecemos que o futuro de uma ''mente medrosa''- ou de um ''casaco pesado'' será insegurança e infelicidade na vida adulta?
Realmente nós pais e educadores, precisamos repensar nossas ações diárias quanto a este assunto. Precisamos rever nosso conceito do que é ser criança e do que é permitir vivenciar a infância dos nossos. E melhor, nos questionar o que realmente é infância. Sim, pois o conceito desta palavra evoluiu. A infância que eu vivi há vinte cinco anos atrás, as brincadeiras que brinquei, a educação que recebi, as orientações que meus pais tão incansáveis me davam NÃO SÃO AS MESMAS QUE AS NOSSAS CRIANÇAS VIVENCIAM E RECEBEM HOJE.
Presenciamos hoje uma realidade bem diferente de tempos atrás. Certamente o mundo mudou, o ''medo'' nos cerca, porém não podemos permitir que este exerça total influência em nós, afim de vestir nossas crianças com este casaco pesado. Pelo contrário, precisamos incentivar elas a voar, mudar, avançar, acreditar no próximo e principalmente acreditar nela mesma e em seu potencial. Apenas com este incentivo, e com a certeza de que acreditamos nestes pequenos seres, podemos quem sabe um dia ver ADULTOS MELHORES, MAIS HUMANOS E SEGUROS, FAZENDO DA PUREZA DE SUA INFÂNCIA AS SUAS ATITUDES DIÁRIAS!!!
MEDO da solidão
MEDO que não a queiram.
MEDO que a queiram.
MEDO de voar.
MEDO de afogar-se.
MEDO de sentir-se perdida.
MEDO que tudo mude.
MEDO que tudo continue igual. Igual, igual, igual...
MEDO do futuro.
MEDO de repetir o passado.
MEDO de não avançar.
MEDO de dar um passo.
MEDO dos outros.
MEDO dela mesma.
O casaco ficou pesado demais e ela já não conseguia sair a lugar nenhum. Então encheu-se de coragem e resolveu livrar-se dele!
E voou... Para a lagarta pode ser o fim do mundo, para o resto do mundo pode ser uma linda borboleta....''
ELENA FERRÁNDIZ
AS CRIANÇAS E SEUS MEDOS
Quantas reflexões nestas poucas frases deste riquíssimo livro. O medo nos aprisiona, não nos permite sonhar, viver, mudar e transformar.
Chega a ser engraçado pensar que medos geralmente nos são impostos e transmitidos na infância. ''Pupa'' uma menina pequenina foi crescendo com seus medos. Muitas vezes, nós pais, educadores e professores com ótimas intenções super protegemos nossos pequenos, não os permitindo viver. Não os permitindo descobrir, por si só as surpresas da vida. Inculcamos neles medos, começando pelo famoso: ''se você não se comportar um monstro vai te pegar''. Por que fazemos isso? Por que sermos tão hostis com esta faixa etária tão aberta aos sonhos? Por que é tão difícil para nós adultos mostrar a realidade sem colocarmos medo? Será que esquecemos que o futuro de uma ''mente medrosa''- ou de um ''casaco pesado'' será insegurança e infelicidade na vida adulta?
Realmente nós pais e educadores, precisamos repensar nossas ações diárias quanto a este assunto. Precisamos rever nosso conceito do que é ser criança e do que é permitir vivenciar a infância dos nossos. E melhor, nos questionar o que realmente é infância. Sim, pois o conceito desta palavra evoluiu. A infância que eu vivi há vinte cinco anos atrás, as brincadeiras que brinquei, a educação que recebi, as orientações que meus pais tão incansáveis me davam NÃO SÃO AS MESMAS QUE AS NOSSAS CRIANÇAS VIVENCIAM E RECEBEM HOJE.
Presenciamos hoje uma realidade bem diferente de tempos atrás. Certamente o mundo mudou, o ''medo'' nos cerca, porém não podemos permitir que este exerça total influência em nós, afim de vestir nossas crianças com este casaco pesado. Pelo contrário, precisamos incentivar elas a voar, mudar, avançar, acreditar no próximo e principalmente acreditar nela mesma e em seu potencial. Apenas com este incentivo, e com a certeza de que acreditamos nestes pequenos seres, podemos quem sabe um dia ver ADULTOS MELHORES, MAIS HUMANOS E SEGUROS, FAZENDO DA PUREZA DE SUA INFÂNCIA AS SUAS ATITUDES DIÁRIAS!!!
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Parte Oral
Reflexões sobre Apresentação Oral
E então chegou o grande dia! Misto de medo, alegria e ansiedade. Estes três sentimentos misturados, pois como já mencionado, não tínhamos a mínima ideia do que realmente era a tal apresentação. Na verdade, alguns nem se quer conheciam os professores que fariam parte da Banca ( como no meu caso, por exemplo). Ao mesmo tempo, Ao mesmo tempo, a alegria neste dia tomou conta de meu coração, pois o primeiro semestre deste ano foi muito, mas muito conturbado- desafiador, mas consegui superar e concluir.
Pois bem, a maior aprendizagem deste workshop- parte oral- foi manter a calma e controle emocional diante das ansiedades.Falar em público, foi difícil para mim, pois as emoções vieram á tona ao lembrar-me dos detalhes que me acompanharam durante o decorrer destes meses. Confesso que, o choro foi incontrolável nos primeiros dois minutos de apresentação. Neste momento então, percebi a compreensão, coleguismo de meu colegas de sala. Percebi então, que todos estavam ali com o mesmo objetivo: TROCAR CONHECIMENTO E DAR O SEU MELHOR.
Foi muito animador perceber que ninguém ali queria ''ferrar'' seu colega, por assim dizer. As perguntas feitas ao final de cada apresentação, foram lógicas e objetivas, com o intuito de ajudar-nos na conclusão de nossa apresentação e não no intuito de piorar nosso nervosismo.
Pensando no antes da apresentação, tive que pedir auxílio da tutora Maria Del Carmen, pois eu não sabia realizar o power point. Colocar nos dez slides, tudo o que estudamos foi complicado, mas consegui! No momento da apresentação, falar com alguém cronometrando seu tempo, é ''xarope'', mas no fim tudo deu certo!!!
Este método diferente de avaliação, foi o primeiro de uma série que virão ainda a frente.Através deste, ficou claro seu objetivo: trocar experiências e aprendizagens. Como diz uma certo ditado:'' NENHUM DE NÓS É TÃO BOM QUANTO TODOS NÓS JUNTOS''. Realmente, é nesta ''troca'' que chegaremos algum dia na sabedoria que tanto almejamos....
E então chegou o grande dia! Misto de medo, alegria e ansiedade. Estes três sentimentos misturados, pois como já mencionado, não tínhamos a mínima ideia do que realmente era a tal apresentação. Na verdade, alguns nem se quer conheciam os professores que fariam parte da Banca ( como no meu caso, por exemplo). Ao mesmo tempo, Ao mesmo tempo, a alegria neste dia tomou conta de meu coração, pois o primeiro semestre deste ano foi muito, mas muito conturbado- desafiador, mas consegui superar e concluir.
Pois bem, a maior aprendizagem deste workshop- parte oral- foi manter a calma e controle emocional diante das ansiedades.Falar em público, foi difícil para mim, pois as emoções vieram á tona ao lembrar-me dos detalhes que me acompanharam durante o decorrer destes meses. Confesso que, o choro foi incontrolável nos primeiros dois minutos de apresentação. Neste momento então, percebi a compreensão, coleguismo de meu colegas de sala. Percebi então, que todos estavam ali com o mesmo objetivo: TROCAR CONHECIMENTO E DAR O SEU MELHOR.
Foi muito animador perceber que ninguém ali queria ''ferrar'' seu colega, por assim dizer. As perguntas feitas ao final de cada apresentação, foram lógicas e objetivas, com o intuito de ajudar-nos na conclusão de nossa apresentação e não no intuito de piorar nosso nervosismo.
Pensando no antes da apresentação, tive que pedir auxílio da tutora Maria Del Carmen, pois eu não sabia realizar o power point. Colocar nos dez slides, tudo o que estudamos foi complicado, mas consegui! No momento da apresentação, falar com alguém cronometrando seu tempo, é ''xarope'', mas no fim tudo deu certo!!!
Este método diferente de avaliação, foi o primeiro de uma série que virão ainda a frente.Através deste, ficou claro seu objetivo: trocar experiências e aprendizagens. Como diz uma certo ditado:'' NENHUM DE NÓS É TÃO BOM QUANTO TODOS NÓS JUNTOS''. Realmente, é nesta ''troca'' que chegaremos algum dia na sabedoria que tanto almejamos....
sábado, 29 de agosto de 2015
Síntese Reflexiva
Elaboração de uma Síntese Reflexiva.......
O momento que passamos para a elaboração da síntese reflexiva, confesso que para mim foi um momento de grande apreensão. Não só porque possuí bastante dificuldade de compreende-la, mas porque apesar das constantes explicações as dúvidas ainda se faziam presentes: ''O que escrever? Que tipo de linguagem usar? Quanto escrever? Após ser revisado como seria ter de mudar afim de melhorar nossa elaboração?''
Pois bem antes de iniciar a parte escrita dei total atenção ao número de páginas, tamanho da fonte e assim sucessivamente. Por livre vontade, pesquisei sobre as regras da ABNT para que meu trabalho escrito não estivesse muito ''longe'' do padrão exigido dos alunos da UFRGS.
Alem do que já foi mencionado, foi muito desafiador para mim colocar junto de meus pontos de vista- as reflexões-ou base teórica que as fundamentava. Graças as queridas tutoras Del Carmen e Betynha, com suas incansáveis explicações compreendi e fiz de acordo com o que havia sido pedido.
Colocar naquelas páginas o que para mim foi importante ao longo deste semestre, foi bem difícil também, pois na verdade TUDO o que vimos FOI IMPORTANTE.Então resumir em oito páginas TUDO foi um tanto complicado.
Confesso que esta parte escrita foi a mais demorada. Exigiu longas tardes de estudo e concentração... Como boa gaúcha que sou, estas foram acompanhadas de muito chimarrão e pipoca.
Após realizar a parte escrita então, duas coisas me chamaram atenção. A tutoria estava de ''plantão'' por assim dizer, pois assim como enviamos a primeira versão, rapidamente esta retornou para que fosse realizado os reparos e arrumações.
Porém a parte da coordenação, acredito que deixou a desejar em certo aspecto. Algumas orientações, principalmente as com relação a formatação da capa, foram dadas a nós menos de seis horas antes de entregarmos o trabalho pronto. Claro que, todo trabalho deve possuir uma capa, porém esta não deveria ser exigida assim de última hora.
Bem, ao ver concluída a segunda versão, e esta estar pronta para entregar , o misto de nervosismo e alegria tomaram conta de meu coração. É realmente maravilhoso ver mais uma etapa de nosso Workshop sendo concluída. Logo, logo então iríamos a parte oral- o que foi realmente EMOCIONANTE!!!
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Aprendizagens Workshop/01
Aprendizagens WORKSHOP: Preparação e Organização
do Material
Após estas férias, chego a conclusão de que terei muito trabalho pela frente.. Já estava com saudades deste nosso canal de ''comunicação'' por assim dizer. Pois bem, minha primeira postagem neste semestre tem a ver com o WORKSHOP de avaliação, pelo qual todos do PEAD foram submetidos no semestre passado! Só uma coisa a dizer sobre ele: EU SOBREVIVI a este riquíssimo meio de avaliação!
Neste momento se tornou mais tranquilo falar sobre o WORKSHOP, pois com certeza esta experiência se tornou marcante para mim. Acredito que eu, e os demais colegas ''padecemos'' até compreender ao certo o que era este método avaliativo e o que deveria conter nele. A ideia de passarmos por uma banca, na qual defenderíamos e argumentaríamos nossos pontos de vista era mais que assustadora, pois somos leigos neste assunto e sabemos que, ''bancas'' são comuns no final de uma vida acadêmica e não logo no início.
Pois bem ao passar este primeiro impacto e susto sobre a responsabilidade deste trabalho, parti em colocar a cabeça pra funcionar e refletir sobre as reais aprendizagens que tive ao longo deste caminho. Para tanto, precisei reorganizar e preparar o material afim de apresentá-lo.
Partindo do princípio que o Workshop de Avaliação era individual e tinha por finalidade fazer-nos refletir sobre o processo de aprendizagem- e avaliação- INTERDISCIPLINAR; pensei então nas quatro interdisciplinas, e no que aprendi nelas durante este semestre: mas pensei nelas como peças de um quebra cabeça e em como elas se encaixaram em tudo na construção de meu saber.
Sob tal enfoque da interdisciplinaridade, revi e reorganizei textos, fóruns, vídeos e em como estes se completavam e em como estes influenciaram a minha prática docente. Por exemplo: ao pensar em meus próprios alunos, e muitas vezes não entender o porque de determinadas atitudes e comportamentos, bem como por saber que a educação no Brasil é desvalorizada a todo momento, foi de grande valia entender o porque disso acontecer estudando a teoria. Ou seja, meus alunos possuem certos comportamentos, porque possuem sua CORPOREIDADE, e como profissional preciso respeitar isso. E a educação está indo de mal a pior, pelo simples fato de que a disciplina ''CULTURA E SOCIEDADE'' nos fez compreender que o processo histórico-cultural do Brasil é esse: desmerecimento, dignidade esvaziada, classe dominante massacrando os menos favorecidos e assim por diante. Gente foi emociante perceber tudo isso e entender, vivenciando isso em sala de aula!
Claro que citei apenas dois exemplos. Mas durante o semestre muito eu aprendi. Como já havia mencionado, para realizar este primeiro trabalho precisei preparar e reorganizar todo material estudado.Para isso, precisei tempo,para reler anotações e polígrafos, assistir explicações bem como debater com outros colegas, para obter diferentes pontos de vista.
No geral, esta primeira parte ao meu ver foi a mais tranquila, pois '' EU'' fui a autora neste momento. Eu decidi sobre o que falaria. Eu pude chegar a conclusão do que havia sido mais significativo para mim no que se referia ao meu aprendizado individual.
Em minha próxima postagem falarei sobre os desafios e superações que começaram a surgir a partir da segunda parte de nosso trabalho, que foi a escrita de nossa Síntese Reflexiva.... Aguardem!!!!
do Material
Após estas férias, chego a conclusão de que terei muito trabalho pela frente.. Já estava com saudades deste nosso canal de ''comunicação'' por assim dizer. Pois bem, minha primeira postagem neste semestre tem a ver com o WORKSHOP de avaliação, pelo qual todos do PEAD foram submetidos no semestre passado! Só uma coisa a dizer sobre ele: EU SOBREVIVI a este riquíssimo meio de avaliação!
Neste momento se tornou mais tranquilo falar sobre o WORKSHOP, pois com certeza esta experiência se tornou marcante para mim. Acredito que eu, e os demais colegas ''padecemos'' até compreender ao certo o que era este método avaliativo e o que deveria conter nele. A ideia de passarmos por uma banca, na qual defenderíamos e argumentaríamos nossos pontos de vista era mais que assustadora, pois somos leigos neste assunto e sabemos que, ''bancas'' são comuns no final de uma vida acadêmica e não logo no início.
Pois bem ao passar este primeiro impacto e susto sobre a responsabilidade deste trabalho, parti em colocar a cabeça pra funcionar e refletir sobre as reais aprendizagens que tive ao longo deste caminho. Para tanto, precisei reorganizar e preparar o material afim de apresentá-lo.
Partindo do princípio que o Workshop de Avaliação era individual e tinha por finalidade fazer-nos refletir sobre o processo de aprendizagem- e avaliação- INTERDISCIPLINAR; pensei então nas quatro interdisciplinas, e no que aprendi nelas durante este semestre: mas pensei nelas como peças de um quebra cabeça e em como elas se encaixaram em tudo na construção de meu saber.
Sob tal enfoque da interdisciplinaridade, revi e reorganizei textos, fóruns, vídeos e em como estes se completavam e em como estes influenciaram a minha prática docente. Por exemplo: ao pensar em meus próprios alunos, e muitas vezes não entender o porque de determinadas atitudes e comportamentos, bem como por saber que a educação no Brasil é desvalorizada a todo momento, foi de grande valia entender o porque disso acontecer estudando a teoria. Ou seja, meus alunos possuem certos comportamentos, porque possuem sua CORPOREIDADE, e como profissional preciso respeitar isso. E a educação está indo de mal a pior, pelo simples fato de que a disciplina ''CULTURA E SOCIEDADE'' nos fez compreender que o processo histórico-cultural do Brasil é esse: desmerecimento, dignidade esvaziada, classe dominante massacrando os menos favorecidos e assim por diante. Gente foi emociante perceber tudo isso e entender, vivenciando isso em sala de aula!
Claro que citei apenas dois exemplos. Mas durante o semestre muito eu aprendi. Como já havia mencionado, para realizar este primeiro trabalho precisei preparar e reorganizar todo material estudado.Para isso, precisei tempo,para reler anotações e polígrafos, assistir explicações bem como debater com outros colegas, para obter diferentes pontos de vista.
No geral, esta primeira parte ao meu ver foi a mais tranquila, pois '' EU'' fui a autora neste momento. Eu decidi sobre o que falaria. Eu pude chegar a conclusão do que havia sido mais significativo para mim no que se referia ao meu aprendizado individual.
Em minha próxima postagem falarei sobre os desafios e superações que começaram a surgir a partir da segunda parte de nosso trabalho, que foi a escrita de nossa Síntese Reflexiva.... Aguardem!!!!
Assinar:
Postagens (Atom)





